O que você faz para alcançar a longevidade?

Por Fitness Brasil

No dia 12 de novembro aconteceu em São Paulo a 14º edição do Fórum da Longevidade, um evento pioneiro promovido pela Bradesco Seguros que reuniu cientistas, economistas, sociólogos e especialistas de diversas áreas para falar sobre a longevidade e debater como conquistar um envelhecimento ativo, com propósito e leveza.

Em uma das palestras, Karla Giacomin, médica geriatra consultora da Organização Mundial da Saúde, falou sobre como viver mais e melhor, algo que todos queremos!

Karla começou com um questionamento: “que idade você teria se não soubesse a idade que tem?” Essa era a resposta dada pelo americano Leroy Paige, que jogou beisebol até os 59 anos, quando questionado sobre o assunto. E ela completa: “em um tempo de longevidade, não é mais a idade que nos define, são as oportunidades que temos e aproveitamos durante a vida.”

Outra pergunta feita aos participantes foi em relação à saúde: “comparado a uma pessoa da sua mesma idade e gênero, você diria que a sua saúde hoje é…?” Segundo ela, a resposta para essa pergunta é o indicador mais potente sobre saúde que se conhece.

Para Karla, para ter uma vida saudável é preciso investir em cinco pilares: “alimentação saudável, não fumar, beber com moderação, praticar atividade física e ter amigos”. Por isso, a Organização Mundial da Saúde definiu que de 2020 a 2030 vamos experimentar a década do envelhecimento saudável.

Mas, o que de fato estamos fazendo pela nossa saúde para chegar longe? A especialista nos leva a uma reflexão: “o que você deveria fazer? O que você poderia fazer nas circunstâncias atuais e que não está fazendo? E o que de fato você está fazendo?”. Lembre-se: o único responsável pela sua saúde é você mesmo!

Karla finaliza dizendo que todas as gerações devem estar empenhadas na busca pela longevidade: “aprender a viver com mais saúde não é uma questão de uma geração e sim de todas as gerações.” E como fazer isso? Com algumas mudanças de hábitos: “aprender a ir mais devagar, ser positivo não importa como, viver mais em contato com a natureza, aprender a se divertir enquanto joga o jogo da vida, relaxar, meditar, desplugar e ter fé no homem, na humanidade, na espiritualidade. Então, a saúde não é questão de ciência e idade, ela é reflexo da vida e dos riscos que a gente assume a partir das nossas escolhas e circunstâncias.”

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